sábado, 16 de maio de 2015

Artes

ARTES PLÁSTICAS
Produzidas por surdos e ouvintes, as Artes Surdas (em inglês, De’VIA – Deaf View/Image Art) trazem à tona alguns dos principais marcadores culturais das comunidades surdas: as línguas de sinais, o cotidiano surdo, os imperativos da experiência visual, a luta por direitos, as tensões e distensões com o “mundo ouvinte”, as bandeiras políticas e as práticas simbólicas, entre outros, costumam ser temas distintivos das obras De’VIA. Em diferentes suportes, (re)afirmam a experiência de ser Surdo, fazendo reverberar novas compreensões sobre a surdez (deafhood, deaf gain, deaf power, etc).

TEATRO
No Teatro Surdo, a língua de sinais não se apresenta como língua de tradução, mas ocupa, com toda a sua potência cênica, um papel central no texto dramatúrgico (comumente bilíngue). O uso de diferentes linguagens (da mímica, do teatro visual, da dança etc.) entrelaça-se à narrativa gestual em um rico caldeirão de experimentações estéticas, levadas a cabo por artistas surdos e ouvintes. Entre peças inéditas e releituras de espetáculos já consagrados, o Teatro Surdo tem cativado um numeroso público por todo o mundo.

POESIA
Poemas (e textos poéticos) criados ou traduzidos em língua de sinais. Rima, simetria, cadência, ritmo, equilíbrio, bem como o uso de neologismos, metáforas, morfismos, sinais-arte e classificadores, entre outros recursos expressivos da língua gestual, formam as bases da poesia em L.S. que, a cada dia, ganha mais e mais visibilidade nos circuitos literários surdos e ouvintes.

FILMES E CURTAS
Com “uma câmera na mão e uma ideia na cabeça”, surdos e ouvintes de todo o mundo têm se dedicado a produzir vídeos em línguas de sinais. A cada dia mais bem roteirizados e finalizados, as produções surdas (sejam longas ou curta-metragens) começam a ganhar visibilidade, conquistando novos espaços nos circuitos culturais majoritários. Aos poucos, deixam os festivais específicos e se tornam mais uma opção – em língua gestual – para o espectador comum. Clique aqui para assistir a diferentes [filmes] (longa-metragens) feitos por, para ou sobre as comunidades e culturas surdas; ou clique aqui para assistir a vários [curta-metragens].

fonte:http://culturasurda.net/
O ideal de inclusão defendido pelas leis atuais prevê que todas as crianças frequentem a escola regular, e esta deve se fazer apta a recebê-las. Mas o que acontece quando a primeira língua dos alunos não for o português?  Os surdos têm como primeira língua aquela com a qual se sentem mais à vontade, e que os ajuda a expressar melhor ideias e sentimentos: a língua de sinais brasileira (ou Libras). E é por isso que, em sua maioria, a comunidade surda - representada, entre outros órgãos, pela Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos (Feneis) em classes comuns, mas a existência de escolas bilíngues, com salas em que sejam ensinados a língua de sinais e o português escrito.
E já existem várias dessas escolas em todo o Brasil, embora ainda não suficientes para os jovens e crianças com surdez ou deficiência auditiva, que somam quase um milhão no país. 








https://www.google.com.br/search?q=imagens+de+libras&es_sm



Bradesco na Reatec 2015

O Bradesco marcou presença na Reatech, mostrando o site totalmente acessível 
Acessibilidade Bradesco: http://www.bradesco.com.br/html/prime/acessibilidade/
Em 2014 o  Bradesco promoveu um chat em Libras na Reatech.
Lançamento do ProDeaf - startup pernambucana responsável pelas traduções do site do Grupo Bradesco para a Língua Brasileira de Sinais (Libras) - apresenta o novo avatar 3D da instituição, a intérprete digital do Bradesco.
Durante o evento, os visitantes podem interagir em Libras, em tempo real, com a personagem desenhada exclusivamente para o Bradesco.
O chat interativo é parte de uma ação de marketing criada para apresentar o novo e exclusivo avatar aos usuários de Libras - o segundo idioma oficial do Brasil (http://ow.ly/rfuF7), usado por mais de 5 milhões de brasileiros. Isso porque, após a ReaTech, a intérprete digital do Bradesco passará a figurar nas páginas online acessíveis em Libras da instituição.
fonte:
http://www.revistaincluir.com.br/noticia-374_bradesco-promove-chat-em-libras-na-reatech
vídeo:


O Instituto SELI também marcou presença na Reatec 2015 e foi destaque com o video Beijinho no Ombro LIBRAS Ao Vivo! Marcelo Guti Reatech.  Instituto SELI: iniciou suas atividades como Escola para Surdos no ano de 2002, autorizado para atender alunos surdos em Educação Infantil e Ensino Fundamental I com seguinte missão: ‘Formar e educar cidadãos surdos com consciência e capacidade crítica para atuarem na sociedade em geral e na comunidade de surdos permitindo, ao mesmo tempo, a livre expressão de suas individualidades’.
vídeo: Beijinho no Ombro LIBRAS Ao Vivo! Marcelo Guti Reatech






Bilinguismo

Bilinguismo,  o que é?
O bilinguismo é aplicado a quem é capaz de falar duas línguas, no universo dos surdos a primeira língua considerada natural é a língua de sinais, no Brasil a LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais. E em segundo lugar, teríamos o português escrito.

Quando aprender a LIBRAS?
O ideal é aprender ainda na infância, o mais precocemente, pois este é o período mais propício ao aprendizado. Sabe-se que muitas crianças surdas são filhas de pais ouvintes, o que dificulta esse primeiro contato. Porém, é de suma importância que neste caso, os pais incentivem as crianças a ter contato com outras crianças e adultos surdos, para que se promova essa interação e identidade da criança surda

Por que aprender a LIBRAS?
A LIBRAS possui todas as características de uma língua oral, sendo inclusive processada no mesmo meridiano cerebral onde são processadas as línguas orais de uma pessoa ouvinte. O aprendizado da LIBRAS auxiliará no correto desenvolvimento motor e cognitivo da criança, sem que aconteça prejuízos em relação à uma criança ouvinte. Com a LIBRAS, o surdo consegue se comunicar plenamente, expressar sentimentos, conceitos abstratos, enfim se sente parte integrante da sociedade.

A LIBRAS é uma tradução literal do português?
Não. A estrutura gramatical da LIBRAS é diferente do português escrito e falado. Por isso, o surdo deve aprender primeiro a LIBRAS que é a sua língua natural e só depois aprender o português escrito.
Além disso, pode-se encontrar certa dificuldade do aluno surdo em acompanhar a leitura e escrita em português, justamente pelas diferenças que existem entre as duas línguas.

Outros países adotam o Bilingüismo?
Sim. França, EUA, Suécia são países que adotam o bilingüismo.

Oralismo, o que é?
Muito comum nos anos 60, o oralismo é uma linha de pensamento que acredita que o surdo deve aprender a linguagem oral para se comunicar, o que supõe a leitura labial.

O que é preciso para um surdo ser oralizado?
A oralização exige muito treinamento, acompanhamento fonoaudilógico e apoio familiar. Por ser um processo longo, recomenda-se também o seu início precocemente.

Existe alguma desvantagem do oralismo?
Diferentemente do surdo que utiliza a língua de sinais, o surdo oralizado pode não ter contato com a cultura e comunidade surda, o que leva a não construir plenamente sua identidade e podendo apresentar dificuldades de integração na sociedade.                                                         Anna Paula Torres Tourinho
“A Bela e a Fera”, famoso conto francês popularizado em dezenas de idiomas, ganha versão em Língua de Sinais Brasileira produzida pelo Centro de Educação para Surdos Rio Branco (CES Rio Branco).

http://culturasurda.net/2014/08/12/a-bela-e-a-fera/

Livro estimula brincadeiras para crianças com deficiência



Publicado pelo Instituto Mara Gabrilli (IMG), o livro “Brinquedos e Brincadeiras Inclusivos” será lançado durante a Reatech, em São Paulo, com uma série de oficinas para pais e educadores.
Capa do livro

Oficinas Brinquedos e Brincadeiras Inclusivos - Para lançar o livro “Brinquedos e Brincadeiras Inclusivos”, o Instituto Mara Gabrilli (IMG), promove uma série de oficinas, na Reatech - Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade, que acontece em São Paulo, entre 9 e 12 de abril. Elas acontecem uma vez por dia, nos dias 10 a 12 de abril das 15 às 17 horas. Durante as oficinas a terapeuta ocupacional Andréa Rossettini, consultora na elaboração do livro, dará dicas de adaptação de brinquedos e brincadeiras para crianças com diversas deficiências. Ela também irá ensinar na prática a confecção de alguns dos brinquedos e a criação de algumas das brincadeiras apresentadas no livro.

Voltado para pais e profissionais de atendimento à pessoa com deficiência, as três edições da oficina são gratuitas, com duração de duas horas e capacidade para 40 pessoas. Todos os participantes da oficina ganham uma edição do livro “Brinquedos e Brincadeiras Inclusivos”.
Confira o livro Brinquedos e brincadeiras inclusivos


domingo, 19 de abril de 2015



SENAI - Colaboradores do SENAI são destaque em reportagem sobre Libras




Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=cHv8VsWCStw